Você já olhou para o seu sistema e se perguntou, se havia algo que pudesse melhorar? Ou você é do time “troco quando estragar”? Hoje vamos te falar quando um upgrade no sistema de som vale realmente a pena.
Novos lançamentos e tendências deixam todos os entusiastas de áudio e vídeo animados, mas será que essas tecnologias servem para todos? Trocar o subwoofer e as caixas de som com frequência compensa?
Essas são perguntas para instigar você, leitor, a pensar bem antes de começar um upgrade no seu sistema de som.
Sabemos que a vontade de trocar os equipamentos atuais acontece na intenção de buscar melhorias, porém, nem sempre todo esse investimento irá proporcionar resultados reais.
Hoje nós vamos te ajudar a entender quando o seu sistema necessita apenas de algum ajuste fino ou se realmente necessita de um upgrade.
Quando vale a pena fazer upgrade
A primeira coisa que você precisa saber é que nem todo equipamento irá se desgastar da mesma maneira e ao mesmo tempo.
O seu setup pode contar com caixas de som que ainda estão ótimas, mas que estão sendo limitadas pelo receiver que já ficou defasado, por exemplo. Então, o seu upgrade precisa ser avaliado para que você mantenha o equilíbrio sonoro no seu sistema.
Um upgrade realmente vale a pena em situações como essas:
1. Seu receiver está ultrapassado
Os modelos que não possuem HDMI 2.1, eARC, Dolby Atmos, DTS:X, Wi-Fi ou Bluetooth já são considerados defasados no mercado, e podem estar causando limitações de desempenho em outros equipamentos e também na reprodução dos streamings.
2. O sistema não atende mais ao ambiente
Sempre que o seu espaço passar por uma ampliação e reforma, é necessário verificar se o seu sistema também precisará ser ampliado.
Isso vale inclusive para setups "novos", pois cada sistema é projetado para um tipo de espaço.
Se antes a sua sala era convencional e agora possui um pé direito, ou se agora a sua área gourmet conta com piscina, com certeza é hora de buscar um especialista para adequar o seu sistema e dar sequência em um upgrade.
3. Há desequilíbrio entre os componentes
Quando não há mais harmonia sonora entre os equipamentos como receiver e caixas de som, por exemplo. As caixas de som com alta performance acompanhadas de um receiver de baixo desempenho não irão suprir o gargalos de distorções, falta de sensibilidade e resposta (o contrário também não). Então é importante acompanhar essa avaliação para evitar o subaproveitamento do conjunto.
4. Desgaste natural ou falhas técnicas
É normal que com o tempo algumas falhas venham acontecer: seja a queima de um capacitor, a umidade, cones e drivers que vão se degradando, isso é esperado quando se tem os produtos há um bom tempo. Em determinadas situações o conserto pode valer a pena, mas se outros ou o mesmo problema for persistente o ideal é fechar o ciclo deste equipamento e substituí- lo.
5. Expansão planejada do sistema
Agora se você possui um sistema Home Theater convencional (5.1) e deseja investir em mais imersão com um sistema Dolby Atmos (5.1.2) ou então apenas integrar sistema com mais zonas de áudio (multiroom) por exemplo, você precisará ter um receiver e subwoofer compatível com essa tecnologia para atingir o resultado esperado.
Quando NÃO vale a pena fazer upgrade
Mas nem sempre as situações acima irão representar a sua realidade. Há setups muito bons que mesmo com os lançamentos atuais, já entregam tudo o que o seu espaço precisa.
Então agora vamos acompanhar quais são os motivos que não devem te influenciar em começar um upgrade no seu sistema de som.
1. O problema é apenas de calibração
Já atendemos muitos casos em que a falta de qualidade sonora não estava nos equipamentos, mas sim no ajuste fino. Se você possui dificuldades em realizar a equalização e calibração adequadamente, busque pelo apoio de um especialista em áudio.
2. A troca é motivada só por “moda”
O seu setup não precisa estar sempre equipado com o lançamento que virou tendência. Pense na razão principal que irá te levar a realizar uma substituição no conjunto, é para agregar e melhorar o seu sistema ou apenas um capricho?
3. A substituição gera custo desproporcional
Imagine que para substituir um equipamento você terá que: aumentar o cabeamento, restruturar o layout do espaço, adquirir outros equipamentos por conta da compatibilidade. Ficou “caro” não é? E se o seu ganho real não for significativo, dar sequência no upgrade pode não ser a melhor escolha.
Como saber se chegou a hora de trocar
- Leve em consideração os seguintes parâmetros:
- Fazer testes de equalização e calibração antes de investir;
- Avaliar cobertura sonora, potência e resposta em frequência;
- Considerar o impacto real da troca no conjunto;
- Consultar especialistas para análise técnica antes da compra.
Exemplos de upgrades inteligentes
- Substituir o sistema Home Theater 5.1 por um sistema 5.1.2 (Dolby Atmos), como o Kit Home Theater JBL 5.1.2 Dolby Atmos Completo
- Adicionar um subwoofer ativo para reforço dos graves; recomendação: Subwoofer Ativo AAT Cube Rakt 8 200W RMS
Esses 2 tipos de upgrades que listamos acima, são realmente capazes de transmitir um ganho mensurável e perceptível no seu sistema, vai agregar, ou seja, invés de ser um custo será um excelente investimento.
Quando realizado da maneira correta, e no tempo certo, um upgrade no sistema de som pode sim valer muito a pena! Além de elevar o desempenho, ele continuará valorizando seu imóvel e ampliando a imersão e qualidade na entrega final.
Agora, se o seu setup está fluindo bem, não tem porquê gerar um custo desnecessário por um resultado tão imperceptível.
Caso tenha dúvidas se o seu sistema de som precisa ou não de um upgrade fale agora com os nossos especialistas em áudio. Iremos avaliar o seu setup atual e te dar um feedback justo.
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