Meu carrinho
0
Seu carrinho está vazio

Análises e Comparativos

Diferença entre AMPLIFICADOR e RECEIVER - Blog Audio Prime

Publicado em 19.11.2020 |
Visualizações
248 visualizações

Fazer a melhor escolha não é fácil com tantas opções no mercado. Conheça a diferença entre amplificador e receiver e descubra qual o melhor para o seu projeto!

Essa é uma dúvida comum para quem está começando a montar ou quer dar um upgrade no seu equipamento de som ambiente ou home theater. Afinal, qual a diferença entre amplificador e receiver? Em qual deles devo investir? Será que devo ter os dois em casa? Se você também quer saber a resposta para essas perguntas, então essa é a hora de saber tudo sobre o assunto. Veja o que diz a Audio Prime e nunca mais tenha dúvidas!

Afinal, qual é a diferença entre amplificador e receiver?

Diferença entre receiver e amplificador Basicamente, amplificador ou receiver, não importa: ambos são aparelhos que se conectam aos demais equipamentos (caixas de som, TV, computador, tablet, smartphone, etc) de alguma forma (cabos, wi-fi, Bluetooth) de forma a separar e otimizar o áudio para as caixas de som. Mas é agora que surge a grande diferença entre receiver e amplificador: além do áudio, o receiver também processa o vídeo, coisa que o amplificador não faz. Assim, o receiver recebe o vídeo através de apenas um cabo HDMI, que vai direto para a TV. Já o amplificador recebe somente o cabo de áudio, que é amplificado para as caixas de som - e o vídeo segue direto da fonte para a televisão. O que acontece é que receiver e amplificador atualmente são multicanais, o que possibilita montar um sistema multiroom, com acesso via aplicativo, bluetooth, USB, rádio e outras conexões. Contudo, para entender melhor a diferença entre receiver e amplificador é melhor detalhar mais as características de cada um. Afinal, cada vez mais os equipamentos para som ambiente e home theater estão complexos, oferecendo várias oportunidades.

Descubra mais sobre o amplificador

Os equipamentos de áudio trabalham internamente com baixos níveis de corrente e tensão no processamento do sinal, que não são suficientes para excitar um sistema de alto-falantes ou caixas acústicas. O amplificador tem a capacidade de ampliar esse sinal elétrico, expandido a potência ou a sonoridade produzida por uma fonte, que pode ser a TV, um instrumento ou um sistema de áudio. Com o tempo, assim como os aparelhos de som em geral, os amplificadores também foram evoluindo e hoje são capazes de criar um sistema multiroom. Ou seja, eles permitem a sonorização de um imóvel inteiro, com controle de volume independente em cada um. Assim, é possível encontrar no mercado desde mini amplificadores até os modelos com entrada óptica e função multiroom, como Frahm Slim 2700 APP Optical, por exemplo, e amplificadores com até 8 canais. Além disso, um amplificador 5.1 para home theater também pode ter saída de áudio para subwoofers, ou ainda para a expansão do sistema no futuro. Geralmente são aparelhos de fácil operação e oferecem um bom custo-benefício. São ideais para pequenos ambientes.

Tipos de amplificadores

Há dois tipos de amplificadores mais usados no mercado: os boosters e os de fonte chaveada. Os boosters são muito simples, geralmente usados em projetos que necessitem de, no máximo, 100 W RMS por canal (com impedância entre 2 e 4 Ohms). São baratos, mas só podem ser ligados em saídas de baixa impedância. Já os de fonte chaveada são mais complexos, amplificando e melhorando significativamente o sinal, podendo ser aplicados em diversos sistemas. Ambos os tipos são divididos em 4 classes:

  • A: amplificadores pouco eficientes, já que consomem muita energia, esquentam, mas distorcem pouco e rendem muito, com alta fidelidade sonora;
  • B: Pouco usado por causa da baixa qualidade da amplificação de sinais específicos e alto nível de distorção;
  • AB: Corresponde a 95% dos amplificadores no mercado. Reúne o que há de melhor nos de classes A e B, aproveitando a baixa distorção e o baixo consumo de energia. Assim, ele gasta menos energia e oferece um som de melhor qualidade;

D: São os chamados de amplificadores digitais e geralmente vêm instalados em subwoofers. Têm ótima eficiência e quase não produzem calor. Reproduzem as frequências mais baixas de forma mais nítida, por isso a aplicação é direcionada para caixas de som dedicadas aos sons mais graves. Diferença entre amplificador e receiver

Para que serve um receiver

Já o receiver é um equipamento mais completo, já que também consegue processar o vídeo, além do áudio. Assim como o amplificador, ele também pode ser usado para sonorizar ambientes. No entanto, o aparelho, que tem a função de sintonizar, pré-amplificar e amplificar a potência do som, que será processado e distribuído em diferentes sinais de áudio, recebe todas as conexões de áudio e as distribui de acordo com a necessidade do projeto. Em sistemas de home theater completos, o receiver é o equipamento mais importante, o próprio cérebro do conjunto. Sem ele, a experiência de assistir a um conteúdo perde qualidade.

Tipos de receiver

Assim como o amplificador, também há vários tipos de receiver.

  • 5.1 – Geralmente é usado para projetos de home theater para usos mais simples ou salas menores, mas para quem não abre mão da qualidade no sistema.
  • 7.1 - O receiver de 7 canais é indicado para projetos 7.1.2 e até 5.1 ou 5.2, em salas Dolby Atmos, ou ainda, em projetos 5.1 com zona B ou zona 2, em projetos em que se pretende sonorizar um segundo ambiente com o mesmo sistema, porém com controles individuais de áudio e outras funções.
  • 9 ou 11 canais – O equipamento oferece mais possibilidades, permitindo que além de uma zona principal, com 5 ou 7 canais, seja possível instalar uma segunda zona individual, com som estéreo, de forma independente ou integrada, e ainda uma terceira zona de áudio com espelhamento de imagem e outras situações mais complexas. É mais indicado para imóveis bem amplos, com mais de dois ou três ambientes que precisam ser sonorizados, incluindo equipamentos de áudio e TV. 

Como escolher o receiver

Para saber como escolher um receiver é preciso considerar alguns fatores, como o tamanho da sala, o número de caixas de som que se pretende para o home theater e se há necessidade de zona 2 ou zona B para a sonorização em outros ambientes, por exemplo. No mercado é possível encontrar receivers com até 11 canais, então é muito importante levar em conta a sua expectativa para o sistema, inclusive se o ambiente é comercial ou residencial.

Quando usar um receiver e quando usar um amplificador?

Agora é a hora de ver, na prática, qual a diferença entre receiver e amplificador e descobrir a melhor hora de optar por cada um. De um modo geral, o receiver é mais recomendado em sistemas audiovisuais mais robustos, onde se deseja uma melhor experiência integrada de som e vídeo, como nos home theaters 5.1, 3.1.2, etc. No entanto, para quem está começando no mundo do som ambiente e home theater e está com pouca disponibilidade de investimento, um home theater 2.1 com amplificador é uma boa solução, com boa relação custo-benefício. O amplificador também pode ser indicado para a sonorização ambientes considerados de uso prático, como varanda, churrasqueira, piscina, salão de festas, academia, escritório, ou múltiplos ambientes, inclusive com opções mais simples e em conta, como um amplificador de embutir no gesso, por exemplo. Para facilitar, montamos um esquema com a diferença de topologia de ligação do amplificador e do receiver:

AMPLIFICADOR

Diferença entre receiver e amplificador

RECEIVER

Diferença entre receiver e amplificador Vale ressaltar, entretanto, que é importante contar com uma assessoria especializada para saber dimensionar o projeto e escolher o equipamento mais adequado. Por isso, agora que você já sabe a diferença entre receiver e amplificador, faça valer seu investimento fazendo a escolha certa. Venha conversar com um especialista da Audio Prime por WhatsApp e receba toda a orientação para seu home theater!