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Cabos de som paralelo cobre, alumínio, prata e ouro

Publicado em 05.05.2021 |
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Veja as dicas de Cristiano Mazza, da Discabos, para saber escolher os cabos de som paralelos e não cair nas armadilhas do mercado!

Tem assuntos que só mesmo um especialista para dar aqueles toques que a gente não esquece nunca mais. Por isso, hoje a Audio Prime traz o Cristiano Mazza, diretor de produto da Discabos e uma das maiores autoridades em cabos, aqueles elementos fundamentais para home theaters e som ambiente. Parceira de longa data da Audio Prime, a Discabos já está há 25 anos no mercado oferecendo soluções em comunicações residenciais e corporativas em todo o território nacional através cabos, conectores, extensores, distribuidores, tecnologia sem fio, etc. Veja as dicas do especialista e fique atento na hora da compra!

Cobre, ouro, prata e alumínio: qual o melhor cabo paralelo?

Mazza explica que, apesar de as tecnologias sem fio estarem crescendo bastante, os cabos são fundamentais em um sistema de comunicação por serem, no final das contas, a verdadeira garantia de entrega quando se precisa de robustez e segurança. O cabo paralelo, por exemplo, é muito importante no universo do home theater e do som ambiente, mas nem sempre o consumidor leva para a casa a qualidade que esperava. Veja por que isso acontece. Mazza lembra que podemos considerar dois tipos de cabo: o de potência, que carrega a corrente elétrica para alimentar um motor ou uma bobina, como é o caso do alto-falante, e o cabo de sinal, que é aquele que leva a informação entre equipamentos, como o HDMI, que é um cabo de interconexão. O cabo paralelo, então, seria um cabo de potência para a caixa de som, formado, basicamente, por cobre revestido por uma capa plástica que protege a transmissão, evita que dê choque ou que sofra interferências do meio ambiente, como a oxidação.

Por que cobre e não ouro e prata?

Segundo Mazza, o segredo do bom cabo paralelo é a forma como o cobre é posicionado dentro dessa capa plástica. Entretanto, como em qualquer produto, a qualidade da matéria-prima principal afeta diretamente a transmissão do sinal. Ele explica que é possível usar diferentes tipos de materiais para fazer a transmissão de um sinal elétrico, não necessariamente o cobre. Alguns deles são o ouro e a prata, por exemplo. A prata é ainda melhor condutora do que o cobre, mas além de ser muito cara, oxida facilmente e ainda quebra com facilidade quando é feita a extrusão do metal. Já o ouro não é tão bom transmissor quanto o cobre, embora seja um material precioso que não oxida e tenha um alto valor agregado – o que acaba não compensando e faz com que dificilmente seja utilizado para um conector.

Alumínio e aço também são condutores, mas acarretam perda na transmissão

O cobre, então, acaba sendo o melhor de todos – mas ainda assim é mais caro que o alumínio e que o aço, por exemplo. Estes dois, no entanto, não têm características técnicas de condução que compensem, acarretando mais perdas durante a transmissão. Por isso, quando o cabo é feito com um desses materiais, é preciso tomar cuidado para corrigir essa perda. Só que não compensa, porque, em linhas gerais, o cobre transmite 30% a mais do que o alumínio - que também é mais quebradiço. Isso significa que um cabo de alumínio teria que ter 30% a mais de material do que o de cobre, acabando com a compensação do preço. O cobre ainda tem outra vantagem: a sua maleabilidade. O alumínio, por sua vez, quebra com muita facilidade, assim como a prata.

Cuidado com as armadilhas

É preciso cuidado, então, para não cair em certas armadilhas. Um cabo de alumínio cobreado, por exemplo, é até fácil de encontrar no mercado, mas só mesmo na descrição do papel. Na teoria nem seria ruim, mas na prática, comercialmente falando, o que se encontra são cabos feitos de qualquer maneira, com qualquer tipo de matéria-prima, e afetando demais a qualidade. Já em relação à bitola, também é preciso atenção. Ela deve ser proporcional à corrente que será colocada no interior do cabo – e há cálculos específicos para encontrar a medida certa. Mazza diz que, só para ter uma ideia de forma bem geral, cada mm² suporta em torno de 4A. Ele faz uma comparação com um chuveiro elétrico. Basta olhar o quanto o aparelho puxa de energia: se for 20A, por exemplo, o cabo tem que ser de 6 mm. Só que, na prática, não é isso que ocorre no mercado, onde é comum afinar demais o cabo para baratear o custo, acarretando muita perda na condução do sinal. Isso faz parecer, por exemplo, que é a caixa de som que está falhando, quando na verdade é o cabo que não tem a qualidade que deve.

Saiba escolher o fornecedor ideal de cabos

Por isso, segundo Mazza, a Discabos faz questão de só trabalhar com matéria-prima premium, como o cobre puro, sempre defendendo o uso correto dos materiais de acordo com as especificações das normas técnicas. O especialista lamenta que na prática a maior parte da fiscalização se concentra nas questões elétricas e os cabos para vídeo e áudio acabam não recebendo muita atenção, o que faz com que o consumidor acabe sendo lesado. A dica final, portanto, é sempre pesquisar bastante para poder confiar no fornecedor, que deve oferecer todo o suporte necessário para o cabo ter o melhor desempenho e esclarecer qualquer dúvida.

E você, ainda tem alguma dúvida sobre os cabos paralelos? Deixe sua pergunta aqui ou se quiser ajuda para escolher seu sistema audiovisual entre em contato com a gente pelo WhatsApp!